segunda-feira, 10 de março de 2014

Escola da Fé




Quer participar da Escola da Fé Paroquial? 

Quer conhecer mais sobre a Fé e a Doutrina Católica?

Procure a Secretaria Paroquial e faça sua inscrição, as aulas começam na próxima quarta -feira 12/03, as 19h no Centro de Pastoral. 

Participe!!


Papa e Cúria Romana iniciam Exercícios Espirituais

  Tiveram início na tarde deste domingo, em Ariccia, nas proximidades de Roma, na Casa Divin Maestro, os Exercícios Espirituais para o Papa e a Cúria Romana.
Os exercícios serão pregados pelo Pe. Angelo De Donatis, pároco do clero de Roma, da Igreja São Marcos Evangelista.
Francisco partiu da Cidade do Vaticano de ônibus, às 16h locais (meio-dia no horário de Brasília) junto com oitenta pessoas. Os Exercícios Espirituais deste ano tem como tema "A purificação do Coração".
Os exercícios iniciam-se às 18h locais (14h no horário de Brasília). Seguem-se a meditação inicial e a adoração eucarística. Nos dias seguintes, a missa será celebrada às 7h30 locais, depois serão feitas duas meditações às 9h30 e 16h. As vésperas e a adoração eucarística serão feitas às 18h.
Os Exercícios Espirituais se concluirão na sexta-feira, 14 de março, depois da meditação da parte da manhã. Por volta das 10h30 locais, o Papa e seus colaboradores partirão de Ariccia de retorno ao Vaticano.
Na semana dos exercícios estão suspensas todas as audiências, inclusive a audiência geral de quarta-feira, 12 de março. 
 
 
Fonte: Santa Sé
 
 

sexta-feira, 7 de março de 2014

Padre potiguar morre em Fortaleza

O Padre Werlen Arcanjo de Oliveira Campos, 37 anos, natural de Arez (RN), faleceu nesta sexta-feira, em Fortaleza (CE). Há mais de um ano ele se tratava de um câncer. O velório acontece na Paróquia de Nossa Senhora Aparecida, Praia do Futuro, na capital cearense. Neste sábado, 8, às 7h, na Paróquia de Nossa Senhora de Lourdes, no bairro de Lourdes, acontece missa de corpo presente, seguida do sepultamento, no Cemitério Jardim Metropolitano.
Padre Werlen estudou no Seminário de São Pedro, da Arquidiocese de Natal, nos anos de 1997 e 1998. Foi ordenado sacerdote, em 9 de novembro de 2007, na Arquidiocese de Fortaleza. Desde 13 de janeiro deste ano ocupava a função de administrador paroquial de Nossa Senhora de Lourdes, no bairro de Lourdes, em Fortaleza.
Foto: divulgação
Padre Werlen faleceu aos 37 anos de idade   

Jejuar é não envergonhar-se da carne de Cristo. É dividir o pão com os esfomeados, tratar os doentes e idosos – o Papa em Santa Marta

‘Eu envergonho-me da carne do meu irmão ou da minha irmã?’ – esta a principal pergunta feita pelo Papa Francisco na Missa em Santa Marta nesta sexta-feira. O cristianismo – afirmou o Santo Padre – não é uma regra sem alma; um prontuário de observações formais para gente com o coração vazio de caridade. O cristianismo é a própria carne de Cristo que se inclina sem envergonhar-se sobre quem sofre. Tomando a Palavra do Evangelho do dia, proposta por S. Mateus, o Papa Francisco refere-se ao facto dos discípulos de Jesus não jejuarem e serem criticados pelos fariseus que, por sua vez, jejuavam muito. Tinham transformado os Mandamentos numa ética, numa formalidade – observou o Santo Padre:
Receber do Senhor o amor de um Pai, receber do Senhor a identidade de um povo e depois transforma-la numa ética é recusar aquele dom de amor. Esta gente hipócrita são pessoas boas, fazem tudo aquilo que se deve fazer. Parecem boas!
Segundo o Papa Francisco já o profeta Isaías na Primeira Leitura tinha deixado claro qual fosse o jejum na visão de Deus: ‘libertar os que foram presos injustamente, (…) pôr em liberdade os oprimidos, quebrar toda a espécie de opressão, repartir o teu pão com os esfomeados, dar abrigo aos infelizes sem casa’. E o jejum mais difícil apresentou-o Jesus na Parábola do Bom Samaritano – referiu o Papa – ter a capacidade de se inclinar sobre o homem ferido. E não esqueçamos que o sacerdote passa, olha mas não pára, se calhar com medo de contaminar-se – afirmou o Papa Francisco:
Aquele é o jejum que quer o Senhor! Jejum que se preocupa da vida do irmão, que não se envergonha da carne do irmão – di-lo o próprio Isaías. A nossa perfeição, a nossa santidade vai para a frente com o nosso povo, no qual nós somos eleitos e inseridos. O nosso maior ato de santidade está na carne do irmão e na carne de Jesus Cristo. O ato de santidade hoje, nosso, aqui no altar, não é um jejum hipócrita: é não envergonharmo-nos da carne de Cristo que vem hoje aqui! É o mistério do Corpo e do Sangue de Cristo. É ir dividir o pão com o esfomeado, tratar os doentes, os idosos, aqueles que não podem dar-nos nada em troca: aquilo é não envergonhar-se da carne!”
Quando eu dou a esmola, deixo cair a moeda sem tocar a mão? E se por acaso a toco, faço assim, de repente? Quando eu dou uma esmola olho nos olhos o meu irmão ou irmã? Quando eu sei que uma pessoa está doente vou visitá-la? Cumprimento-a com ternura? Há um sinal que talvez nos ajudará, é uma pergunta: sei acariciar os doentes, os idosos, as crianças, ou perdi o sentido da carícia? Estes hipócritas não sabiam acariciar! Tinham-se esquecido… Não envergonhar-se da carne do nosso irmão: é a nossa carne! Como nós fazemos com este irmão e com esta irmã, seremos julgados.” 


Fonte: Santa Sé

quarta-feira, 5 de março de 2014

"Fraternidade e Tráfico Humano". Mensagem do Papa para a Campanha da Fraternidade 2014


No Brasil, com o início da Quaresma, a CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, lança oficialmente a Campanha de Fraternidade 2014, desta vez centrada no tema “Fraternidade e Tráfico Humano” e tendo como lema a expressão paulina “Foi para sermos livres que Cristo nos libertou”. A quinquagésima edição desta Campanha anual prevê uma série de iniciativas de sensibilização, formação e oração, visando ajudar a compreender melhor o fenómeno do tráfico humano, para preparar “agentes pastorais” que sejam “antenas” nas comunidades empenhadas nesta luta. Só no Brasil, calcula-se que haja pelo menos 200 mil pessoas reduzidas à escravidão.
Como é tradição, o Santo Padre enviou uma mensagem de encorajamento e apoio a esta Campanha da Fraternidade. Afirma nomeadamente o Papa Francisco: “Não é possível ficar impassível, sabendo que existem seres humanos tratados como mercadoria! Pense-se em adoções de criança para remoção de órgãos, em mulheres enganadas e obrigadas a prostituir-se, em trabalhadores explorados, sem direitos nem voz, etc. Isso é tráfico humano! Impõe-se um profundo exame de consciência: quantas vezes toleramos que um ser humano seja considerado como um objeto, exposto para vender um produto ou para satisfazer desejos imorais? … Quem usa e explora mesmo indiretamente, uma pessoa humana, torna-se cúmplice desta prepotência” – adverte o Papa, evocando um seu discurso a um grupo de Embaixadores.
Papa Francisco lembrou também “a prepotência” que tantas vezes reina no interior das famílias: “Pais que escravizam os filhos, filhos que escravizam os pais; esposos que, esquecidos da sua chamada para o dom, se exploram como se fossem um produto descartável, que se usa e se joga fora; idosos sem lugar, crianças e adolescentes sem voz. Quantos ataques aos valores basilares do tecido familiar e da própria convivência social! Sim, há necessidade de um profundo exame de consciência. Como se pode anunciar a alegria da Páscoa, sem se solidarizar com aqueles cuja liberdade aqui na terra é negada?” – interroga-se o Papa Francisco, que concluiu chamando a atenção para o facto de que, só ofenda a dignidade humana de alguém quem perdeu o sentido da sua própria dignidade de filho e filha de Deus. A dignidade humana é igual em todo o ser humano: quando a piso no outro, estou pisando a minha. Foi para a liberdade que Cristo nos libertou!” 
 
Fonte: Santa Sé
 
 
 

Francisco: Quaresma, tempo de conversão e renovação pessoal

  Papa Francisco encontrou-se na manhã desta quarta-feira 05/03 com os fiéis e peregrinos de todas as partes do mundo na Praça São Pedro para a tradicional audiência geral das quartas-feiras. Mais de 30 mil os presentes numa manhã de sol.
Na sua catequese, lida em italiano, o Papa iniciou recordando que, hoje, Quarta-feira de Cinza, tem início a Quaresma, quarenta dias que nos conduzirá ao Tríduo Pascal, memória da paixão, morte e ressurreição do Senhor, coração do mistério da nossa salvação.
A Quaresma, disse o Papa, é um tempo “forte”, um ponto de reviravolta que pode favorecer em cada um de nós a mudança, a conversão, para sair dos costumes cansados e do preguiçoso vício do mal que nos engana.
“No tempo quaresmal a Igreja nos dirige dois importantes convites: ter uma consciência mais viva da obra redentora de Cristo; e viver com mais compromisso o próprio Batismo”.
Viver profundamente o Batismo – disse o Papa - significa não nos acostumar-mos às situações de degradação e de miséria que encontramos caminhando pelas ruas de nossas cidades e de nossos países.
“Há o risco de aceitarmos passivamente certos comportamentos e de não nos surpreendermos diante das tristes realidades que nos circundam. Acostumamo-nos à violência, como se fosse uma notícia cotidiana normal; acostumamo-nos a irmãos e irmãs que dormem pelas ruas, que não têm um teto para se abrigar. Acostumamo-nos aos refugiados em busca de liberdade e dignidade, que não são acolhidos como deveriam ser. Acostumamo-nos a viver em uma sociedade que pretende deixar Deus de lado, na qual os pais não ensinam mais aos filhos a rezar nem a fazer o sinal da cruz. Este vício de comportamentos não cristãos e de comodidades nos anestesia o coração!”
O Papa perguntou então aos presentes, dirigindo-se aos pais e avós, se eles ensinam seus filhos e netos a rezar e a fazer o Sinal da Cruz. Se ensinam suas crianças a se dirigirem a Deus com a oração do Pai-Nosso e a Nossa Senhora com a oração da Ave-Maria. Uma pergunta que pediu que respondessem em silêncio, no coração.
A Quaresma, continuou o Papa deve ser vivida como tempo de conversão, de renovação pessoal e comunitária através da aproximação a Deus e da adesão confiante ao Evangelho. Por isso a Quaresma é momento favorável para converter-se ao amor ao próximo.
Demos graças a Deus pelo mistério de seu amor crucificado – disse ainda o Papa recordando os elementos essenciais para viver o tempo da Quaresma: fé autêntica, conversão e abertura de coração aos irmãos.
O Papa concluiu invocando com particular confiança a proteção e a ajuda de Nossa Senhora neste caminho, a nos acompanhar nos dias de oração intensa e de penitência, para chegar a celebrar, purificados e renovados no espírito, o grande mistério da Páscoa de seu Filho.
Nas palavras dirigidas aos fiéis de língua portuguesa presentes na audiência o Papa saudou o grupo vindo de Riberão e Guimarães e também os professores e os alunos das comunidades escolares de Lourinhã e Viana do Castelo.
 
 
 
Fonte: Vaticano News
 
 

sábado, 1 de março de 2014

Terço dos Homens de João Câmara participa do aniversário de 2 anos do Terço dos Homens de Parazinho


Na noite desta quarta-feira, 27 de fevereiro, o grupo do Terço dos Homens de Parazinho comemorou dois anos de fé e evangelização. Estavam presentes nesta festividade outros grupos convidados: Enxu Queimado, Pedra Grande, Pereiros e João Câmara.
A Missa em ação de graças foi celebrada pelo Padre Ivanilson que durante sua homilia frisou a importância dos homens desde o início da igreja católica. “O terço, hoje, tira o homem do sofá e o leva para a Igreja. Além disso, estamos quebrando tabus, pois, antigamente, falava-se que homem não rezava o terço. Hoje os homens criaram o hábito da oração e se aprofundam nela.” Frisou o Pe. Ivanilson.
Durante a Missa alguns homens relataram mudanças de vida depois que começaram a participar dos encontros semanais, mudança essas que iam de comportamento até sua vida familiar. Logo após a celebração, os presentes foram convidados a irem até o espaço pastoral para o momento da confraternização.