quarta-feira, 31 de julho de 2013

Jornada Mundial da Juventude Rio 2013: o Brasil não vai esquecer!


O Rio de Janeiro, o Brasil, o mundo não vão jamais esquecer esses dias da Jornada Mundial da Juventude na Cidade Maravilhosa. Algo diferente aconteceu, e pudemos notar isso na tarde e na noite de ontem, sábado, na peregrinação dos jovens da Central do Brasil até a praia de Copacabana, que com alegria e cantos, deram vida às ruas da capital fluminense. Muitos peregrinos caminharam em ritmo de batuque de samba, e muitos deles gritavam "Papa, eu cheguei".

Participaram da vigília de oração na noite de sábado, 27, mais de 3 milhões de jovens. Já antes de chegar à praia de Copacabana o Papa postou uma mensagem aos jovens em seu perfil no Twitter: "Queridos jovens, possam vocês aprender a rezar todos os dias: esse é o modo de conhecer Jesus e fazê-Lo entrar na própria vida".

Na parte da tarde, na espera do Papa, foi realizado o "Show do Futuro", com a participação de muitos artistas católicos, entre os quais padre Marcelo Rossi. Os jovens participaram ainda das provas do flash mob que foi apresentado para o Papa neste domingo. É considerado o maior flash mob do mundo.

Embora inicialmente houvesse orientações para que as pessoas não acampassem na praia, os jovens montaram barracas e jogaram na areia de Copacabana seus sacos de dormir. Também a avenida Atlântica foi usada nesta noite como dormitório. Um mosaico de cores, formado por jovens de todas as partes do mundo, na espera da alvorada, do sol do novo dia, da missa celebrada nesta manhã de domingo pelo Santo Padre. 

Mais uma vez Copacabana ficou pequena para receber tantos jovens. Quase uma festa de final de ano no mês de julho na praia mais famosa do mundo.

Nós ouvimos alguns peregrinos que vieram de Minas Gerais que falaram da alegria de estar participando da JMJ no Rio.

Ontem o Papa almoçou com mais de 300 bispos do Brasil e exortou os pastores a se aproximar mais das pessoas para entender melhor seus problemas. Francisco insistiu que os sacerdotes precisam sair de suas sacristias para ir na direção dos fiéis mais marginalizados da sociedade, sob o risco de perdê-los para outras Igrejas. "Simplicidade", disse, é "outra lição que a Igreja deve sempre lembrar". O diretor da sala de imprensa do Vaticano, padre Federico Lombardi, disse que certamente é o mais longo e estruturado discurso do pontificado de Papa Francisco. "Ele expôs sua visão de Igreja e dos problemas da Igreja de hoje".

O Papa terminou o seu discurso fazendo um apelo para que a Amazônia não seja destruída, dizendo que Deus confiou a floresta ao homem, "não para que a explorasse rudemente, mas para que tornasse ela um jardim".

Fonte: Rádio Vaticano

Da redação do Portal Ecclesia.
 
 

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